sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

O bom senso!


Bom senso é algo que se tem ou se perdeu, algo como aquela fatiota que uso nos momentos especiais, o bom senso não se desperdiça, usa-se, principalmente quando obrigatório. Com o bom senso, privo-me de cometer aqueles deslizes, que facilmente assumo como inevitáveis, quando me observo passando incólume por todas as pequenas maldades que ouso cometer a mim próprio.
Na senda exaustiva, de me preservar á dor de não o usar com critério, vejo-me muitas vezes a cometer o pecado mais original, aquele que acontece quando me minto, tentando assegurar-me que tudo afinal está bem, que apenas cometi, uma vez mais, o que se foi tornando habitual.
O bom senso diferencia-me nos momentos chaves, aqueles em que sou colocado perante uma decisão que me pode situar entre o abismo ou a alegria, entre o desespero ou a esperança, afinal de contas, sou um homem que ambiciona o melhor, algo que o bom senso sempre me ajudou a acontecer!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

E tudo assim começou...

É já no próximo domingo o lançamento da minha primeira obra, estão todos convidados!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Os óculos!

No conforto do meu estado,tento ver o mundo, quiçá com óculos emprestados, como se não fossem á minha medida, algo que me causa arrepios, até porque somos todos feitos de uma medida única, nada nem ninguém cabe em mim, apenas os óculos estão enganados!

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Novas aventuras!

Tal como o outono, também me arrefeço por estas alturas, como se aproveitasse o momento para me guardar para as novas aventuras dos afectos, das emoções,dos bons ventos do diálogo!

O outro meu outono!

Tal como o outono, o cinzento tomou conta de mim, fez-me cair na desordem, calculo que apenas a estrada do calor, me levará ao local do meu encontro!

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

O meu outono!


O outono é como aquela estrada que ninguém quer percorrer, como se todos preferíssemos antes o sol, o calor, preferíssemos caminhar pela estrada mais quente, ao invés da estrada onde as folhas caiem, os dias são mais curtos, a luz parecendo que se escondeu algures atrás dum planeta distante. O vento cortante do outono, traz-me vontade de recolher, como se, apenas na concha me sentisse confortável. O outono passa por mim, tenho dificuldade em lhe dar de troca, como se em troca, passasse por ele sem o ver. Nesse momento, alguém me chama, prefiro não ouvir, como animal envelhecido procurando o calor, busco a certeza de que o outono, passará tão depressa quanto a minha vontade de o esquecer! Talvez o outono mereça ser contemplado, não é em vão que aceita ser relegado para segundo plano, e aceita o seu cinzentismo. Tal como o outono, também me arrefeço por estas alturas, como se me estivesse a preparar para novas aventuras. O momento do encontro, aparece sempre quando menos espero, quando já aquecido, decido dar as mãos aos afectos, aos bons ventos do diálogo, até porque no outono, é a solidão que toma conta de mim, porque na desordem em que caí, apenas a estrada do calor, me levará ao ponto do meu encontro!

sábado, 10 de novembro de 2018